Antes que voce assista ao video cabe ressaltar que as mulheres so fizeram isto porque estavam proximo aos policias e as cameras de TV. Quando nao tem ninguem por perto elas ficam quietas e se poem sempre na posicao de vitimas....SÓ NA ÍNDIA MESMO..RSRSRSRRS
http://terratv.terra.com.br/videos/Noticias/Mundo/4201-334306/Indianos-invadem-vagao-feminino-e-apanham-de-mulheres.htm
RETIRADO DO BÉLISSIMO BLOG DA SANDRA BOSE O :
http://indiagestao.blogspot.com/
Indianos Invadem Vagao Feminino e Apanham das Mulheres

Os vedas - as sagradas escrituras hindus - resguardam verdadeiros tesouros. Alguns deles, como a ioga e a medicina ayurvédica, já nos foram revelados e estão inclusive incorporados ao nosso dia-a-dia. Mas há outras preciosidades, de valor igualmente inestimável, ainda pouco exploradas pelos povos do Ocidente. Estamos falando da astrologia védica, uma sabedoria aplicada pelos indianos há mais de 5 mil anos. Fundamentado na leitura cármica, o horóscopo indiano é mais que uma viagem rumo ao autoconhecimento: trata-se de uma verdadeira análise existencialista. "A astrologia védica preocupa-se em apontar padrões de comportamento repetidos ao longo das nossas encarnações (responsáveis pela colheita de bons ou maus frutos nesta vida) e, a partir disso, estabelecer novas posturas", explica Vraja Sundari, precursora da astrologia védica no Brasil...
FELIZ HOLI :)
Hoje na India é HOLI, o festival das cores!!!!!!
Holi é sempre na lua cheia e marca o início do terrível verão indiano.
É feriado, ninguém trabalha, apenas jogam pó colorido uns nos outros.
Agua colorida também faz parte da brincadeira.
O negócio é ficar bem sujo e colorido, se não não tem graça.
Ninguém escapa. Os elevantes, vacas, cachorros todos acabam ficando coloridos! :-)
Pra vocês que gostam da India e coisas indianas, pesquisem mais a respeito do Holi na Internet, pois é uma festa muito importante para os indianos.
HISTÓRIA E SIGNIFICADO


Paz e conhecimento a todos ! !



Paz muita paz a todos ! ! !
Um artigo que fala sobre a derrota. O tema ‘derrota’ é algo muito delicado na Índia. Porque os indianos são criados para competir. E competir muito – pra ganhar. Como o país é superpopuloso, ser mais ou menos não dá. Você tem que competir bastante, chegando ao seu limite e esgotamento psicológico, para conseguir um bom posicionamento na vida. E por bom posicionamento, entenda-se um bom cargo em uma empresa reconhecida, que irá colaborar com o aumento do seu status perante a sociedade. Porque a sociedade importa muito, e você não pode envergonhar sua família perante ela. E o texto abaixo fala justamente dessas derrotas que sofremos na vida, e eu achei interessante a ligação feita com a mitologia indiana, o que nos revela muito sobre a cultura em questão, seu modus operandi e deixa a questão: como aplicar isso em prática diante de uma realidade tão competitiva /capitalista como a Índia atual ??
Você é uma perdedora? Bom pra você.
Por Sudhamahi Regunathan – publicado no jornal The Times of India em 08/02/2010.
O prêmio é a vitória. No que quer que você faça, você tem que ser um vencedor. Seja aprendendo a cantar, a dançar ou apenas jogar. Nós vivemos com medo de perder. Nós temos tanto medo e freqüentemente ouvimos a frase ‘você é uma perdedora’ dita a uma outra pessoa.
Então, o que acontece quando você ‘perde’? Além do fato de que ganhar e perder são termos relativos, não é tão ruim assim perder de vez em quando. Às vezes, ao perder, você pode ganhar mais, especialmente quando você vive em uma sociedade onde você está constantemente em contato com outras pessoas que são expostas a situações diversas. É a pessoa que perde, pode-se dizer, que mantém o curso das coisas. Isso não é uma glorificação aos perdedores, mas uma focalização no desenvolvimento balanceado, ao invés de glorificar a obsessão por ganhar sempre.
Shiva e Parvati estavam jogando dados. Toda vez que Shiva jogava o dado, os torcedores de Parvati se exaltavam de alegria, ao passo que os companheiros de Shiva choravam de angústia. Parvati ganhou e Shiva perdeu. Certa vez, Shiva perdeu até a última peça de roupa que ele usava, para Parvati. ‘Por que você sempre perde?’, perguntavam os torcedores de Shiva. Eles tinham uma fé implícita em sua supremacia. Então como é que ele podia perder toda vez?
Shiva perdia para ganhar. Essa idéia precisa de uma reflexão para se assentar. No início, os dois eram um só, o estático e indiferenciado UM. Quando eles foram separados em dois, o Purusha e a Prakriti, houve a criação, e houve ação. De acordo com a mitologia, Narada, o poeta celestial, foi até Ardhanareeswara – a forma dois em um andrógina de Shiva e Parvati – e disse que ele iria ensinar um jogo interessante que iria acabar com a inércia e adicionar tempero em suas vidas.
Ele ensinou-lhes o jogo de dados. O jogo de Shiva com Parvati trata-se do jogo de Purusha com Prakriti, a inatividade com a atividade. A aposta era um abraço. Se Shiva vencesse, ele abraçaria Parvati. Seria bonito, se não fosse o fato de que, ao abraçar Parvati, eles retornariam ao estado inativo de Ardhanareeswara. Isso significa que todas as atividades chegariam ao fim; e seria o fim do mundo. Então era crucial que Parvati ganhasse, e que Shiva perdesse o jogo para que a atividade continuasse sem cessar. Na vitória de Parvati, a busca pelo divertimento continuaria...Shiva jogaria outra vez e talvez ganhasse e abraçasse Parvati. Mas ao perder o jogo de dados, ele estava ganhando no jogo da vida. E Parvati ganharia novamente e então o ciclo da vida continuaria.
Os seguidores de Shiva, no entanto, só podiam sentir humilhação e derrota. Eles choraram e rogaram que Shiva se desse melhor enquanto toda a comitiva de Parvati gargalhava. Mas o jogo continuou, com perdas e ganhos – o jogo da Criação e da Destruição, infinitamente.
Para manter o curso da atividade, para manter a harmonia e o equilíbrio, nós devemos experimentar tanto a vitória quanto o fracasso. Dessa forma, o jogo cósmico se certificará de que o ciclo continua. Em uma visão mundana, o efeito ‘gangorra’ cria oportunidades para todos. Quando o sucesso e o fracasso são experimentados, nós cultivamos diversas perspectivas, e aprendemos tanto a perder graciosamente como a ganhar com humildade.
Este é o segredo da união feliz. Na forma andrógina também havia união, mas de forma estática. Não parecia haver propósito, nem resultados. Quando eles foram divididos em dois para se tornarem duas entidades distintas, eles puderam deixar suas criações florescerem. E novamente eles se uniriam para apreciar o jogo. E é isso: a alteridade aumentando a união dos seres."

Na Índia acreditava-se que as pérolas nasciam na testa, cérebro e estômago dos elefantes (animais sagrados), também nas nuvens, conchas, peixes, serpentes, bambus e ostras. Sendo propriedade exclusiva dos deuses, as pérolas das nuvens irradiavam boa sorte. As pérolas das serpentes possuíam um halo azul e descendiam de Va’Suki, soberano das serpentes. Os mortais muito raramente viam essas pérolas: somente os de grande mérito gozavam de tal privilégio.
A pressão cultural para ter um menino está levando britânicas de origem asiática a viajarem até a Índia para abortar meninas, de acordo com informações apuradas pela BBC.
"Meena", uma britânica de origem asiática nascida e criada na Inglaterra, que falou com a BBC sem se identificar, tem três filhas, todas com menos de 13 anos. Quando engravidou novamente, em 2006, tentou descobrir o sexo da criança.
Aborto por sexo....
O aborto seletivo por sexo - ou feticídio feminino - é ilegal na Índia desde a década de 1980. Fazer o ultrassom para descobrir o sexo da criança também é contra a lei.
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Umas das 7 maravilhas do mundo, praticamente todos já o viram em inúmeras fotografias, mas o que poucos sabem, é a história que está por detraz deste inigualável monumento. O Taj Mahal, é não mais do que uma ode ao amor e representa toda a eloquência que este sentimento pode ser. Durante séculos, o Taj Mahal inspirou poetas, pintores e músicos que tentaram capturar a sua magia em palavras, cores e música. Viajantes cruzaram continentes inteiros para ver esta esplendorosa beleza, sendo poucos os que lhe ficaram indiferentes.
Após quase quatro séculos, milhões de visitantes continuam a reter a sua aura romântica... o Taj Mahal, será para todo o sempre um lágrima solitária no tempo.
Beijos a todos..........
BJUS..........
